sexta-feira, 10 de março de 2017

TSE NÃO QUER IGREJAS NAS ELEIÇÕES


Igreja Evangélica

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está analisando uma cláusula para impedir o uso do poder econômico e a influência das igrejas no período eleitoral.
Haverá várias mudanças depois disso. Segundo afirma o ministro Gilmar Mendes, está havendo o uso da religião para obter sucesso político, tanto no uso dos templos, até o ou material, e a doação da igreja.
De acordo com o que disse o TSE,em 1998, o número de candidatos evangélicos eram 47, em 2014, foram eleitos 80. A verdade é que os políticos estão com medo da força dos evangélicos, pois as últimas eleições tem mostrado que há igrejas que elegem o candidato que ela apoiar, pois a certeza de que eles vão ser eleitos é grande, e, geralmente, os irmãos apoiam seus candidatos, principalmente se sua plataforma política envolver lutar contra as leis que querem prejudicar a igreja, coisa que os irmãos não aceitam, e se esforçam ao máximo para eleger esse candidato dela.
A Frente Parlamentar Evangélica do Congresso, tem 181 deputados e quatro senadores participantes, que incluem, os deputados ligados às igrejas, simpatizantes e outros parlamentares que defendem as mesmas matérias. Desse modo, a igreja tem uma grande força, e os políticos sabem disso, pois muitos projetos que eram contra os valores defendidos pela igreja tiveram que recuar muitas vezes. Segundo disse o ministro, as entidades sem fins lucrativos, com as igrejas, podem ser prejudicadas se averiguarem que elas estão apoiando determinados partdos ou candidatos, sendo assim, muitas igrejas vão ter grandes dificuldades, pois a partir dessa comprovação, elas terão que pagar impostos.Certamente, se alguma igreja tiver sido denunciada por fazer propaganda política no templo, ou "incentivar" os irmãos a votarem em determinado candidato, elas poderão perder a isenção.
Disse ainda o ministro Gilmar Mendes, que o TSE precisa agir nisso com rapidez, pois as igrejas têm poder de persuasão, e "podem reunir 100 mil pessoas em um lugar e dizer meu candidato é esse, votem nele".
O melhor para as eleições do ano que vem, é que as igrejas evitem apontar candidatos, pois o TSE estará em cima disso, averiguando, e essa igreja pode ter que pagar uma boa soma de dinheiro por causa disso, todo mês. Ou seja, obedeçam à lei, já que é nossa obrigação como servos de Deus, além do mais, essa proibição não desrespita o princípio bíblico de obediência a Deus acima de tudo. Igreja está aqui para pregar  o evangelho, não para eleger candidatos para "livrar" ela de algo, ou alguém. Quem livra a igreja é Jesus!