segunda-feira, 11 de julho de 2016

O CULTO PARA A FAMÍLIA, O CASAMENTO E O DIVÓRCIO


É uma coisa muito séria que tem ocorrido no Brasil, e até entre os evangélicos, segundo dados do IBGE, que tem mostrado que o número de divórcios tem aumentado bastante desde 2000, que foi de 1,7% para 3,1%, em 2010.
Mas, em meio a tudo isso, há algo bom acontecendo nas Assembleias de Deus em Recife, do pastor Aílton José Alves: o culto para família, que acontece de templos em tempos, justamente por causa do número de divórcios que tem acontecido entre os evangélicos, infelizmente. É bíblico que Deus odeia o divórcio, apesar de Moisés ter aberto uma brecha na lei, por causa da dureza do coração deles, segundo disse Jesus. Só há um único caso em que o divorcio é permitido. Se um dos cônjuges trair. Nesse caso, o inocente está livre para casar com outro, mas só nesse caso. Se houver separação apenas por “incompatibilidade de gênios”, pode até de divorciar, EMBORA ISSO NÃO SEJA ACONSELHADO POR NENHUM PASTOR DESSA IGREJA, só não pode casar, nenhum dos dois, pois não houve prostituição, apenas não quiseram mais está juntos. E HÁ MUITA GENTE NESSA SITUAÇÃO. É isso que mostra Mateus 19.9. Fora disso, não case enquanto seu cônjuge estiver vivo, pois adultera você, e adultera quem casou com você (Lc 16.18). Se essa é sua situação, procure a igreja, e fale com seu pastor. Se houver filhos desse casamento, o melhor é vocês, juntamente com o pastor, pedir orientação a Deus, ele terá um caminho e uma resposta.
Esse culto da família tem sido de bênçãos para a igreja, de modo que o casamento está sendo mais valorizado, apesar da mídia querer mostrar ele como uma instituição fracassada, que não dá mais, e querendo substituir ele por algo como as duplas gays, entre coisas afins. O casamento é de Deus, e ele se importa com isso.
Há músicas afins, como as românticas evangélicas, como as de Cassiane, Fernanda Brum e Aline Barros. É que não se faria anos atrás, mas a mentalidade da Assembleia de Deus tem mudado bastante nos últimos anos. Até há a valorização do estudo, quando se dizia que não era algo bom. Graças a Deus que mudou. Depois as Palavra de Deus é explanada, e ele fala com a igreja. Ha sorteios de brindes e mais coisas. O Casamento nunca foi tão valorizado na igreja. É interessante isso.
Segundo o pastor Josué Gonçalves, terapeuta familiar, há vários fatores, desde a ideologia perniciosa da mídia, desentendimentos, adultérios, e falta de modelos, como o casamento dos pais que só vivem brigando, e influencia os jovens para não querer casar. Infelizmente acontece. Outra causa de divorcio é quando um dos cônjuges não é cristão, e quer abandonar o lar. Paulo fala disso em 1 Coríntios 7.14-16. Essa carta foi escrita para gregos e romanos, ou seja, gentios, os quais podiam se divorciar sem nenhum impedimento, por causa de suas culturas, e a igreja precisou intervir nisso. Nesse caso, não é obrigado permanecer casado, já que o infiel não quer ficar com a serva ou o servo de Deus. Se ele for abandonado, o que se pode fazer, a não ser orar, se a irmã ainda o quiser? Deus pode criar ainda algo novo, ou até fazer o amor nascer novamente. Se a pessoa não cristã não quiser ela ou ele mais, nesse caso, pode casar com outro, ou com outra, POIS FOI A PARTE CRISTÃ QUE FOI ABANDONADA. Errado é o servo ou a serva de Deus tomar essa iniciativa. E se a vida espiritual ou mesmo física corre perigo, juntamente com seus filhos, é bom se reguardar disso. Mas só nesse caso,aqui no livro de 1 Coríntios 7. O outro exemplo acima se refere ao casal cristão; de outro modo, é errado o divórcio.
Valorizemos mais o casamento, e não nos divorciemos por qualquer coisa. Oremos a Deus, ele restaura o casamento, pois é o maior interessado no sucesso dele, já que ele é o autor dessa instituição.
Graças a Deus por termos um pastor com uma visão que fortalece o casamento, e o valoriza, enquanto o mundo quer tornar essa instituição algo sem valor. Lutemos contra isso.

REFERÊNCIAS

SOARES,Ezequias. Casamento, divorcio e sexo à luz da Bíblia. CPAD, 2011.
Bíblia de Estudo Pentecostal, edição Revista e Corrigida,1995, CPAD.