quarta-feira, 23 de novembro de 2011

AVIVAMENTO EM NOVA DESCOBERTA 2

O Círculo de Oração da igreja em nova  Descoberta 2  está em avivamento até ao aniversario, que se realizará nesse mes.
Ele é dirigido pela irmã Betania Conceição, esposa do irmão Edson, presbítero da igreja na área 58.
para chegar até esse templo é preciso pegar os seguintes ônibus: Nova descoberta Derby, Córrego do Inácio, Córrego da Areia, ou Córrego do Joaquim, e, por fim, Nova Descoberta ou Alto do Refúgio; descer na parada da compesa. Fica bem fácil de achar.
Geralmente nesses cultos há várias comissões convidadas, para participar também da alegria de louvar ao Senhor. Também é enviada um preletor ou uma preletora para dar um estudo, o que geralmente é bom, pelo fato dos mesmos serem mais capacitados para isso.
Quem for à Casa de Deus nunca perde seu tempo, sempre sai vitorioso. E além do mais, sai também avivado.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

PAULO E A OLIMPÍADA



Ao lermos II Coríntios 9.24, nos deparamos com uma expressão de Paulo que muita gente ignora o que significa. Uma prova de que podemos tirar lições de muitas coisas consideradas mundanas e fúteis por muitos cristãos.

O apóstolo se refere ali às olimpíadas realizadas em seu tempo, surgida na Grécia no ano 776 A.C., nessa nação que tanta contribuição tem dado ao mundo. Existiam varias modalidades, como a luta corporal, corrida, lançamento de disco... Era bem diversificado, não tanto como hoje, mas havia isso. A vida cristã, segundo Saulo, era assim também. Tem sua rigidez, sua renúncia; tinha que se privar de muitas coisas que para outros são normais. Ainda hoje é assim. Há atletas que sofrem muito para poder alcançar o prêmio a eles prometidos. Se referia também aos estádios onde ocorriam esses jogos. A vida de atleta, mesmo naqueles tempos era uma vida de sofrimento.

Em II Tm 4.7 há também uma referência à vida de atleta. Pelo contexto se depreende que é preciso se cuidar para que haja perseverança na vida cristã; não se deve dar ouvidos a ensinamentos diabólicos. No verso 7 ele manda que haja exercício na fé. Outra  referência à vida dura dos que praticavam os jogos. Ele continua falando disso no verso seguinte. Compara o exercício físico com a piedade. O primeiro é pouco proveitoso se comparado com o segundo, mas de grande proveito em si. Assim como os atletas faziam exercícios para poder vencer os jogos, devemos também  praticar esses exercícios, para que o crescimento seja completo. Ele recomenda isso para todos os cristãos, para que com isso, fortaleçam os músculos da fé e à   piedade, que é o cumprimento da palavra.

Mas claro que não foi só Paulo quem escreveu se referindo às olimpíadas. O escritor aos Hebreus, depois de falar sobre os heróis da fé, explica que é como no estádio, na olimpíada. Esse livro foi escrito no ano 67-68 d. C. Depois de falar sobre os heróis da fé do capítulo 11, ele fala no capítulo 12 sobre o estádio, a maneira com que os expectadores ficavam olhando quem lá estivesse. O cristão está no mundo como se fosse o atleta no estádio. É a nuvem de testemunha. Elas nos rodeiam como rodeavam os atletas nos estádios. Como aqueles heróis são as testemunhas, podemos  dizer que o povo que nos rodeia são também testemunhas do que somos.

Como Paulo recomendou, devemos combater o bom combate, como um atleta devemos lutar segundo as regras que a nós são dadas por Deus, regras essas que estão na sua palavra, as quais nos farão ganhar o prêmio que nos será dada na eternidade nos mais diferentes graus.  




quarta-feira, 16 de novembro de 2011

GRUPO PROJETART

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PROJETAR'T-FILHO PRÓDIGO

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PROJETART

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ARREBATAMENTO

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AS ÚLTIMAS PALAVRAS DE CRISTO NA CRUZ



Ainda era de manhã. Cristo, na cruz em agonia,  contempla a linda Jerusalém, certamente lembrando-se de tudo que viveu. A expulsão dos cambiadores, ele batizando, cura do paralítico no Tanque de Betesda, a cura de um cego de nascença, ele sendo ungido por Maria, as parábolas contadas, lavando os pés dos discípulos, ele no Getsêmani, preso e arrastado, o inquérito preliminar, a condenação pelo Sinédrio, perante Pilatos, diante de Herodes Antipas, de novo Pilatos, na cruz; a lembrança da entrada triunfal deve ter arrancado um sorriso  de seus lábios...

De repente Ele clama: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem.” Ainda ora pelos inimigos, mostrando um amor incondicional pelos pecadores. Ainda se preocupa com eles. Não há nenhum ódio, nenhum ressentimento por parte de Cristo, ciente de seu trabalho que mudaria o mundo e revolucionaria toda a História da humanidade.

Cada vez que Ele diz uma frase, faz um enorme esforço para falar. Ele precisa apoiar o seu corpo em cima dos pregos, sentindo uma dor tremenda. Um pouco de ar entra nos seus pulmões e ele consegue dizer isso. Mas enquanto Ele apoia os pés nos dois pregos, suas mãos são rasgadas, sente uma dor insuportável. Ele se move de novo e diz: “ Em verdade, em verdade te digo, hoje estarás comigo no paraíso.” Foi o que Ele falou para um ladrão, sofrendo a mesma pena, com a diferença de que Ele era pecador, Cristo, um santo, impecável, a Raiz de Jessé. Foi perdoado e teve a vida mudada.

Sua mãe estava por lá observando tudo. Sabia que estava só, precisando de companhia. Foi então que disse para João cuidar dela. Outro esforço lancinante. Outra dor  atroz atravessando seu corpo.

“Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” O sofrimento psicológico não teve paralelo na História. Era muito desamparo para Cristo. A dor do desprezo de Deus por causa do pecado de toda a humanidade. Isaías já previra isso no capítulo 53. Estava sofrendo conscientemente. E  o tremendo esforço para fazer isso. Todas aquelas dores.

Na parte da  tarde, ele disse:  “Tenho sede!”  A angústia física estava incomodando demais aquela hora. Algo que já estava predito no Salmo 69. 21. Sua sede foi “satisfeita” por um “piedoso” soldado. Mais sofrimento ainda. Dizer essas frases era esforço demais. Enquanto, isso Ele olhava para Jerusalém e se lembrava de tudo que viveu até ali. A infância em Nazaré, a juventude na Galileia, a escolha dos discípulos...

Agora Ele disse algo que encerrou tudo o que tinha feito. “Está consumado!” Resumia tudo que  havia feito. A obra perfeita. Todo o plano concluído com sucesso. Os pecadores seriam salvos e o plano da salvação estaria realizado. Toda a profecia cumprida desde Gênese. Todas as promessas realizadas até ali. A justiça da Lei cumprida, o Império da Morte sofreu uma derrota impressionante, sem paralelo na sua história. Levou cativo o Cativeiro e deu dons aos homens (Ef 4.8).

“Pai, nas tuas mãos entrego meu espírito!” O final perfeito. Agora começou de fato o que desde a Eternidade estava planejado. “O Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.” Não foi um acidente nem uma fatalidade. Não foi um líder revolucionário que foi morto por um sistema, ou uma elite medrosa de perder o poder vigente que o matou. Foi o Filho do Homem que entregou sua vida, o Filho de Deus. O Cordeiro imaculado e incontaminado, o Cordeiro Pascoal, o Bode Expiatório, a Raiz de Davi, A resplandecente Estrela da Manhã, o Emanuel, a Luz do Mundo, o Tema da Bíblia, o Alfa e Ômega, o Criador do Universo, o Resgatador, o Bispo das Almas, o mais Valente, o Todo-poderoso, o IAHWEH, JAVÉ, EL OLAM, IEHOSHUA, o Renovo, O Nazareno, o Galileu, o Quarto Homem, o Que Veste Finos Linhos, o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, o Que Venceu para Abrir O Livro, O Que Julga As Nações, O Humilde de Coração, A Posteridade, Siló, A Estrela de Jacó, o Abençoador, O Dono da Sabedoria, O Rei no jumentinho, O Desejado das Nações, o Recompensador, O Intercessor, Consolador, Advogado Fiel, O Parácleto, O Justo, A Fonte da Verdade e da Justiça... Foi Ele que morreu por todos, por cada um, para formar  um novo povo onde não há nem judeu, nem grego, nenhum gentio, mas só a igreja por todos os séculos... Amém.




segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A RETÓRICA CAPENGA DOS JUDAIZANTES



 A carta aos Gálatas foi uma das mais contundentes de  Paulo. Nesse lugar ele ensinou e pregou. Dentre as igrejas para as quais o apóstolo dirigiu a respectiva carta havia as de Antioquia da Písidia, Derbi, Icônio e Listra. Atualmente é a França que ocupa parte desse território.
Paulo enfrentava muita dificuldade com esses ditos cristãos que sempre procuravam por em dúvida sua autoridade de enviando de Cristo. Nessa região ele enfrentou a fúria diabólica dos judaizantes.
Esse grupo de crentes vivia dizendo que seria preciso haver uma espécie de conciliação da Lei com a Graça, para que a salvação realmente tivesse valor para quem fosse a Cristo. O apostolo resistiu a esse tipo de heresia surgida nessa região.
Depois de mostrar desde o capítulo primeiro que ele também era apóstolo como os demais, tal qual Pedro, Tiago e João, ele se defende, dizendo que recebeu o evangelho diretamente de Jesus Cristo. Ele fora enviado aos gentios, que tinham o mesmo direito que possuíam os judeus: A salvação. Todos seria um só povo, o Israel de Deus. O importante é ser nova criatura (Gl 6.15). Havia muito orgulho dos judeus sobre isso, que eles seriam os únicos a participarem da salvação e da eterna comunhão com Deus. Mas, ao contrário do que eles achavam, havia já a semente desse evangelho desde o tempo de Abraão. Em Joel Deus diz que todos que o invocassem seriam salvos; em Jr 31, Iavé fala do coração transformado que teriam todos que se entregassem à vontade do Senhor. Já se falava da Nova Aliança. No capítulo 40 de Isaías havia a promessa do Espírito para todos que invocassem a Deus. No capítulo 55 ele diz que haverá uma transformação dos lugares secos em mananciais, que é uma metáfora para salvação. O profeta usa uma linguagem poética belíssima, pois além de profeta ele escrevia poesias, e Deus usava esse seu estilo para falar ao seu povo. Em Ezequiel 18 ele diz que irá tirar o coração de pedra e por um de carne, outra metáfora para o novo nascimento. Que insofismável figura de linguagem. E em Joao 3  Cristo completa dizendo que o que nasce da carne é carne, e o que nasce do Espírito é espírito.
Mas para os judaizantes teria que haver um conchavo com a Lei, se não a Graça  seria insuficiente. Por isso perseguiam Paulo, pois achavam que a liberdade que ele falava iria distorcer e levar o homem para pecar, não aceitavam que pudesse haver essa liberdade. Esqueciam que era a Nova Aliança, o “vinho novo” do qual Jesus falara.
Nem Pedro compreendeu no começo isso. Mesmo depois de ser batizado no Espírito Santo, no Pentecoste, ele continuou com o costume antigo de orar, tal qual Davi, no templo (Sl 55.17),e viver de acordo com certos costumes de seu povo; à hora nona, cerca de três da tarde ele ia orar no templo, costume dos judeus. A diferença agora é que não tinha de ser sempre a determinada hora, mas qualquer uma que ele quisesse. Orar àquela hora tinha muito a ver com o vinho antigo. Deus precisou mostrar a ele que os gentios também seriam salvos, como realmente foram na casa de Cornélio. Ele viu o Espirito caindo sobre eles também. A maturidade espiritual de Pedro não o impediu de dissimular junto aos gentios, com a chegada dos judeus convertidos, da parte de Tiago. Estava com eles até que esses enviados chegaram; então Pedro se afastou deles, o que foi muito criticado por Paulo. Isso foi hipocrisia, dissimulação, como disse Saulo. Esses mesmos judaizantes agora estavam fazendo decair da fé os gálatas com seu evangelho sincretista, que nas palavras de Paulo foi chamado de malditos, ou anátema (Gl 1.8). Paulo parece se referir ao teatro quando diz que Cristo foi crucificado diante deles, os gálatas (Gl 3.1). Sua autoridade estava posta em cheque por esses falsos irmãos ,os judaizantes. Se eles davam tanto valor assim à circuncisão, que se mutilassem logo, arrancando mais do que o prepúcio. Os judeus não conseguiam entender esse mistério que em Colossenses Paulo diz que é Cristo em vós, esperança da gloria(Cl 1.27). Mas aquele povo havia se esquecido disso, ou não queriam aceitar. Na epistola aos romanos ele também fala sobre isso. E explica mais: os gentios são coerdeiros com Cristo, que os judeus foram rejeitados por desprezarem a Cristo, mas que veio primeiro para eles; portanto, em proporção, os judeus são mais culpados que os gentios(Rm 2). Deles é a Lei, os pais e os profetas. Foi enxertado um jambuzeiro no ramo da figueira, e agora ambos estavam desfrutando da mesma seiva. Em II Coríntios, no capítulo 11, o apóstolo dos gentios também diz que enfrentou muita dificuldade com esses falsos irmãos; em Filipenses ele diz que são inimigos da cruz de Cristo, numa metonímia riquíssima de sentido.
Eles eram como muita gente que acha que precisa fazer alguma coisa a mais para se considerarem salvos. Não conseguem aceitar que é puramente pela Graça de Deus e
nada mais. Não são nossos esforços, não é pelo fato de usarmos isso ou aquilo, nem pelo fato de andarmos com determinado tipo de roupa, ou fazer determinada coisa. É pela graça de Deus. Por mais que queiramos, não dá para fazer essa conciliação. Por mais que nos esforcemos; não é pelo que fazemos, mas sim pelo fato deixarmos que a graça atue em nós. Nossos esforços não são importantes. Não devemos querer dar uma mãozinha a Deus como fizeram os judaizantes. Isso é querer corromper o Evangelho, sincretizar com nossas crenças e particular interpretação (2 Pd 1.21). Deixemos que a Graça cumpra seu papel. Deixemos de ficar orgulhosos toda vez que acertarmos o alvo; deixemos de ser presunçosos. Não é a igreja da qual fazemos parte que nos salva. É Cristo. Não é nossa roupa, é Cristo, Cristo, Cristo. Não é por não  fazermos determinada coisa, como não tomar bebidas alcoólicas, que nos salvamos, mas porque somos salvos; não por deixamos de frequentar determinados lugares, que não é lícito para um cristão, que somos salvos, mas deixamos de ir pelo fato se sermos salvos. É a Graça que nos salva, por meio da fé. É dom de Deus (Ef 2.8). Os judaizantes ainda hoje existem, mas resistamos a eles, como fez o irmão de Jesus, Judas, na sua epístola. Resistamos a ele sem ceder nem um centímetro sequer. Que se ouça bem alto a razão de sermos salvos: Foi Cristo, pronto.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O TEMPLO DA ESTRADA DO BREJO

  

O templo Da Assembléia de Deus da Estrada do Brejo, em Recife, está sensacional. É enorme. A estrutura é parecida com as demais estruturas dos templos da AD Recife, principalmente na fachada. O tamanho é 30 x 100, bem arranjado.
Na parte da frente há um jardim quase que arrodeando o templo, baixo, de poucas flores. Existe uma subida para deficientes físicos, se vir com cadeira. Até isso foi pensado. Quem chega à porta vê o púlpito um pouco longe. Se não houvesse um bom sistema de som não daria para ouvir direito. Ainda bem que o som tem uma boa reverberação. Segundo estimativas da igreja, há lugares para mil pessoas sentadas. Parece ter mesmo, pois sobra bastante gente mesmo em dia de festa, segundo informou um diácono que coopera com o pastor na mesma. Ninguém achava que iria ficar tão bom a construção. Parecia que ia demorar mais tempo para ser construído. Aquele galpão apertado e calorento não deixa nenhuma saudade. Mudou da água para o vinho. Com certeza o templo da Assembléia de Deus da Estrada do Brejo é a construção mais suntuosa que todas  dessa localidade de Nova Descoberta. Há bastante janelas dos dois lados; parece que o engenheiro quis que ele ficasse bem ventilado. Parece que o modelo desses templos mais novos fica muito parecido. Nada dessas estruturas com designe mais moderno, diferente; é algo simples. Segundo o mesmo cooperador dessa igreja há conversões frequentes ali. Ela está cada vez mais crescendo.
Esse templo também está virando um “point” para muitos adolescentes que preferem não entrar para ficar conversando lá fora. Dá gosto cultuar nesse lugar. Digamos que esse templo se tornou orgulho para os irmãos do bairro. Graças a Deus.
Há cerca de três diáconos cooperando com o pastor. O presbítero responsável é Helenildo Pires, de Nova Descoberta I.
Para se chegar a essa localidade é fácil. Se estiver no centro da cidade, tome o ônibus que vai para Nova Descoberta, que o mesmo para em frente; se estiver no Derby, pegue o Vasco da Gama, que é a linha que Também passa lá. É bom conhecer esse templo e cultuar lá. Vale a pena por dois motivos: primeiro pelo fato de Deus estar lá; segundo, por que é um templo lindo. E é mais uma oportunidade para se conhecer mais irmãos em Cristo.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

ORAÇÃO PELO MUNDO



Senhor, veja os missionários,


Arautos da tua palavra


Que levam o cheiro de Cristo ao mundo!


Fortalece eles,


Zela por eles,


Pois são teus.






Veja os que estão na América do Norte,


Onde o humanismo é forte,


Para que eles possam vencê-lo.


Contempla essa nação que outrora


Enviavam missionários pelo mundo,


Mas agora estão sem rumo


Precisando de um alerta.






Senhor, olha a América Central


Com países tão diversos


Envia-lhes teus servos com a chama celestial.


Veja o México, Cuba, Honduras;


Cada um em sua cultura


Precisa muito de ti.


Senhor que o teu Reino os alcance


Fazendo-os logo do pecado sair.






Jesus, olha a América Latina


Lugar do nosso Brasil.


Aqui há países hostis também à tua palavra.


Olha a Argentina


Na província Cisplatina,


Pois estão mui carentes.


Envia missionários e o puro cristianismo


Que os livre do animismo


E as crenças tribais.


Senhor, eu te peço mais pelo Chile,


A Bolívia, Peru e Equador;


E todos os outros, Senhor,


Que aqui não falei.






Senhor contempla a África, este vasto continente


De missionários tão carentes


Que chega a entristecer...


Meu Senhor, por favor, vê


Como eles são oprimidos por forças satânicas.


É tanto espiritismo, animismo, maometismo e guerras contínuas...


Pai veja Guiné Bissau,


Onde há servos teus pregando tua palavra com ousadia.


Senhor dá-las forças, graça e alegria


Perene e abundante que alcance


A Tanzânia Quênia e Etiópia,


Levando a liberdade e teu poder.


Senhor faz a África tremer


Com tua palavra ungida,


Pois deste tua vida


Para de gozo os encher.






Cristo eu te rogo pela Ásia,


O berço da tua palavra.


Senhor lá há tanta opressão,


Tanto ódio, guerras;


É lá onde estão um terço dos habitantes da terra.


Senhor veja a Indonésia, a Índia e sua idolatria


Senhor teus servos todos os dias são perseguidos.


São tantos os perdidos


Nas trevas palpáveis atormentados por Satanás


O opressor.


Envia pregadores cheios de tua palavra


Como flechas de tua aljava


Dissipando todo pecado.


Olha a China, o Japão, o Irã, Paquistão, onde há perseguição


À tua igreja destemida.


Senhor muitos perdem suas vidas,


Mas não negam o evangelho.


Envia, pois, homens sérios


Que continuem suas lidas.






Eu te rogo pela Europa,


Berço da Filosofia, História e Astronomia


E vasto conhecimento.


Lá teve momentos de grandes avivamentos


Nesta terra tão sã


Quando do evangelho era amante.


Foi lá que Marinho Lutero,


Com a Reforma Protestante,


Fez voltar o evangelho


Com a pureza de antes.


Mas hoje Senhor, estão diferentes;


A Europa esqueceu o evangelho inflamante.


Entregou-se à ciência, lá tão dominante.


Até mesmo na Grécia onde Paulo pregou


(na Ásia Menor o mesmo adentrou),


Não há mais evangelho,


Sua chama apagou.


Moody,Wesley, pregadores profícuos,


Lá pregaram a palavra cheia do Espírito,


Arrebatando multidões.


Veja a França, Romênia e Alemanha


Com uma ignorância tamanha


Acerca do evangelho.


Olha Roma, Espanha e Portugal,


Centros da idolatria.


Ó meu Deus envia missionários para um novo avivamento!


Que a Europa volte a ser o berço do “novo” evangelho.






Ao sul da Indonésia temos a Oceania,


Um continente muito novo, de forte economia.


O povo é diverso, pois veio de um processo


De várias etnias.


Europeus e aborígines


Ao povo deram origem,


Conhecidos hoje em dia.


Lá há poucos missionários,


E o povo é materialista.


Não crêem nos emissários,


Mas se irritam com o evangelho.


Não lhe dão audiência,


Só crêem na ciência,


Imersos na arrogância


Por causa da pujança de riquezas e idolatria






A Antártida, continente solitário,


Mesmo por gelo coberto,


Inda assim é habitado.


Povos rudimentares


Lá constroem os seus lares


De todo o mundo isolado.


Seis meses de noite, seis meses de dia.


O ano assim dividido transcorre em monotonia.


Missão lá é raridade, é muita dificuldade,


Preciso é muita ousadia.


Esquimós, lapões, são povos que lá habitam.


Há de várias nações pessoas fazendo pesquisas


Também assiduamente;


Toda aquela gente extrai minérios.


Senhor são tantos os países, povos, tribos


E línguas, vivendo ainda do pecado a crise.


Tão diversas culturas na mesma ignorância!


Senhor dá-lhes abundância de vida


E segura em tuas mãos esses povos.


Dá-lhes corações novos


E transforma suas mentes.


Vivem em lugares tão diversos


E de climas tão controversos


Mas de uma coisa excludentes:


Meio mundo de gente


Não vivem no evangelho.


Mas o homem tu criaste,


Suas línguas dividiste


E pelo mundo os espalhastes.


É de tua vontade que os homens te conheçam


Adorem e te obedeçam.






Deus, somos tua igreja, guardiã de teus tesouros,


Tua agência na terra.


Desperta os dormentes, fortalece os vacilantes,


Perdoa nossa negligência em não lutar nessa guerra


Contra o Reino das trevas


Que ao pecador domina.


A cruz não foi um fracasso, mas um sucesso tremendo


Há muito tempo predito


Pois estava prescrito


Pelo conselho divino:


“Um menino nos nasceu, um filho se nos deu,”


Já dizia um profeta vendo o amor profundo


Do Cordeiro de Deus que foi morto


Desde a fundação do mundo.






Senhor faz que nos importemos mais,


Faz com que oremos mais, compreendamos mais missões.


Precisamos de um melhor vislumbre de tua glória


Nesta hora que nós estamos.


A última é iminente!


Milhões estão te aguardando avidamente


Famintíssimos, aflitíssimos


Por causa do vazio de suas almas.


Senhor dá-nos mais conhecimento de tua vontade


Para que compreendamos sua altura, a largura e a profundidade.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Tudo pelo R eino de Deus

 

eles têm amor a Deus

E esse amor os constrange,

Pois cumprem os planos Seus

Mesmo que sangue se derrame.

Vão a países diversos
depois de muitos processos
Que os preparam fortemente.
Revestem suas mentes
Com a cultura celeste
E de Deus absorve
O poder inflamante.

Chegam a outro país
E se deparam com ternura
Com um povo diferente,
De uma outra cultura.

Não prega-lhes coisas fúteis,
Mas sublime virtude
Que expulsa o Diabo, o mal:
O inescrutável poder celestial.

Eles são tão-somente
O exército de frente
Em busca dos perdidos
Enfrentando assim os piores perigos.

Procuram se adaptar,
Os costumes estudar
Como um bom aprendiz,
O modo de ser e viver desse mesmo país.

Enfrentam a oposição
De outra religião
E de modo explícito
O ódio e a opressão
De muitos políticos.

Muitos enfrentam prisões
Que causam traumas e vergões
Mas não desistem, pois sentem
O amor de Deus impelindo-os,
O espírito n’Eles caindo
Os fazem mais competentes.

Os opositores fanáticos
De um modo um tanto sádico
Procuram impedi-los pregar
A essência verdadeira
Da palavra que semeia
E que os pode transformar.

Por isso a igreja
Nessa renhida peleja
Tem um papel de muita precisão:
Ela deve se ater ao que é seu dever:
A potente intercessão.

A luta é contra as trevas,
Todas as hostes infernais.
Nós usamos armas em Deus poderosas
Tais quais em nenhum outro há:
Mais potente que metralhadora, míssil
Ou mesmo arma nuclear.

Eles sacrificam suas vidas
Por essa obra eterna;
O amor de Deus sem medida
Dilui-se neles controlando-os
E cada vez mais vão se dando,
Mesmo que se gastando
Finde toda sua lida.

É preciso oração com todo coração
Ajudar-lhes prontamente.
A igreja é um corpo
Por quem Cristo foi morto
Com esse propósito somente:
Falar ao mundo desse belo assunto:
Deus, amor permanente.